A “Bacaba de Leque”: uma palmeira nativa incomum.

Por Gustaaf Winters

A Bacaba está diretamente ligada à população indígena brasileira. Altos ‘porres’ provocam o vinho feito com a polpa de seus frutos. Conhecendo esse fato, os botânicos colocaram-na no gênero Oenocarpus, palavra de origem grega que significa ‘vinho de fruto’. O que, no entanto, confere características extraordinárias a esta palmeira é a exclusiva disposição de suas folhas num único plano. O fato a faz confundir com uma outra palmeira da Índia denominada Wallichia distica, representante soberbo da coleção de Burle Marx. Esse leque também é marcante numa outra planta: a ‘árvore do viajante’, porém esta já pertence à família das bananeiras.

 
CARACTERÍSTICAS DA ESPÉCIE:
-Nome científico:
Oenocarpus distichus
-Nome popular: Bacaba de leque. Pela disposição das folhas, também é conhecida por ‘palmeira norte-sul’.
-Origem: Brasil Central
-Porte: de 5 a 10 m.
-Florescimento: Primavera.
-Frutos: Globosos, de 1,5 cm de diâmetro.
Abundantes no verão. Germinam em 1 a 3 meses.
-Folhas: Raques de 2 a 5 m, dispostos num mesmo plano com folhas pinadas.
-Copa: Em leque.
-Ambiente: Sol pleno
-Clima: Aprecia clima quente, em regiões de baixa precipitação.
-Solo: Bem drenado.
-Crescimento: Lento. Esterco na cova e 50 g. de adubo 6:10:6 por cobertura aceleram o crescimento.
-Podas: Só de limpeza.
-Reprodução: Por sementes.

   
   

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